Já foi em Fevereiro que vi um documentário que me deixou em estado de choque - e tenho mantido este post aqui nos rascunhos por ter medo que alguém me diga que não é só um fenómeno nos Estados Unidos. Liberados: A Nova Revolução Sexual, da Netflix, que vi nos Instastories da Dana Suchow, chamou-me a atenção e quis conhecer melhor a realidade que mostra.
Este documentário retrata os comportamentos dos adolescentes que vão na sua viagem de finalistas, num ambiente equivalente ao dos nossos finalistas de 12º ano em Lloret del Mar. A diferença? O nível de irresponsabilidade, parece-me. Não sou, de todo, apologista deste tipo de viagens: hormonas, álcool, e o sangue na guelra próprio destas idades são o cocktail explosivo perfeito. Em todo o caso, entendo perfeitamente que se queira uma semana de loucura memorável - faz parte da idade, não o nego. O que não entendo é o nível de irresponsabilidade e de falta de respeito pelo próprio e pelo outro a que se chega, com consequências desastrosas.
Os próximos parágrafos que vão ler foram escritos mal acabei de ver o documentário - tudo fresco, portanto.
EDIT: este post não é, de maneira nenhuma, uma defesa que não podemos fazer x ou y, ou de que não podemos ser/agir de forma mais sensual, ou que não podemos publicar uma foto mais sexy se assim o desejarmos. Eu também o faço quando quero, e isso faz parte da minha identidade. Apenas pretendo levantar uma reflexão sobre a valorização que damos a estas questões, e o impacto que a pressão social nos impõe na hora de nos definirmos como indivíduo. Seguindo:
Este documentário retrata os comportamentos dos adolescentes que vão na sua viagem de finalistas, num ambiente equivalente ao dos nossos finalistas de 12º ano em Lloret del Mar. A diferença? O nível de irresponsabilidade, parece-me. Não sou, de todo, apologista deste tipo de viagens: hormonas, álcool, e o sangue na guelra próprio destas idades são o cocktail explosivo perfeito. Em todo o caso, entendo perfeitamente que se queira uma semana de loucura memorável - faz parte da idade, não o nego. O que não entendo é o nível de irresponsabilidade e de falta de respeito pelo próprio e pelo outro a que se chega, com consequências desastrosas.
Os próximos parágrafos que vão ler foram escritos mal acabei de ver o documentário - tudo fresco, portanto.
No centro de tudo: o sexo, a imagem social, a pressão de pares, a necessidade de ser validado.
EDIT: este post não é, de maneira nenhuma, uma defesa que não podemos fazer x ou y, ou de que não podemos ser/agir de forma mais sensual, ou que não podemos publicar uma foto mais sexy se assim o desejarmos. Eu também o faço quando quero, e isso faz parte da minha identidade. Apenas pretendo levantar uma reflexão sobre a valorização que damos a estas questões, e o impacto que a pressão social nos impõe na hora de nos definirmos como indivíduo. Seguindo:











