Ufa. Ufa ufa ufa. Dias loucos, de loucos, que só um louco aguenta. Ou uma louca, neste caso! Lá ando eu, como vos confessei neste post, a correr a mil, a fazer muito e com pouco - perto de nenhum - tempo livre. Mas, verdade seja dita, faço-o por gosto. E quem corre por gosto, não cansa. Mas precisa de gerir o esforço! E até ao dia 31 deste mês, dia da última exibição de Seis Personagens à Procura de um Autor, a peça que a in skené levará a cena, estarei portanto em serviços mínimos.
Esta segunda-feira foi dia de folga. Precisava de aproveitar esta ponte, deixar a cabeça descansar, para regressar ao trabalho, à in skené, ao blog, com ânimo e motivação. Às vezes é preciso tempo para respirar. E para uma francesinha há muito prometida e que me deixou mutio feliz :p
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| Coat - Vintage | Jeans - NetJeans | Boots - Mango | Sweater - Lefties | Earrings - @thrifting_em_portugues Fotografia - José Santos |
Esta segunda-feira foi dia de folga. Precisava de aproveitar esta ponte, deixar a cabeça descansar, para regressar ao trabalho, à in skené, ao blog, com ânimo e motivação. Às vezes é preciso tempo para respirar. E para uma francesinha há muito prometida e que me deixou mutio feliz :p
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Regressa o Retratografia: este mês, o desafio era recrear um (ou mais!) retratos, sem limitações de autor, tema ou época. Tentei fugir um pouco da minha zona de conforto e explorar a modelação de luz e retratos que não fossem para mim "escolhas imediatas" mas que, ainda assim, me deixassem com vontade de os recriar.
Pedi, por isso, à minha Mi e ao Zé que fossem os meus modelos. Um feminino e um masculino. Um quadro e uma fotografia. E depois juntei-me à mistura, com uma ode à rainha dos auto-retratos (com uma foto que nunca foi um auto-retrato).
A Rapariga com o Brinco de Pérola tem em mim o mesmo efeito que se diz ter a Mona Lisa - quero descobrir quem ela é e o que lhe passa pela cabeça. Este quadro de Johannes Vermeer joga com a luz e a sombra de um modo muito interessante e que me levou imediatamente a querer usar as nossas luzes do palco de ensaios para criar este efeito, pelo seu carácter dramático e forte. Já a Mi foi a modelo perfeita - obrigada por te emprestares a esta miúda misteriosa! Entretanto, sugiro também que espreitem esta fotografia que me apareceu nas pesquisas - um resultado lindíssimo de um jogo de recriação semelhante.
Pedi, por isso, à minha Mi e ao Zé que fossem os meus modelos. Um feminino e um masculino. Um quadro e uma fotografia. E depois juntei-me à mistura, com uma ode à rainha dos auto-retratos (com uma foto que nunca foi um auto-retrato).
Girl with a Pearl Earing
A Rapariga com o Brinco de Pérola tem em mim o mesmo efeito que se diz ter a Mona Lisa - quero descobrir quem ela é e o que lhe passa pela cabeça. Este quadro de Johannes Vermeer joga com a luz e a sombra de um modo muito interessante e que me levou imediatamente a querer usar as nossas luzes do palco de ensaios para criar este efeito, pelo seu carácter dramático e forte. Já a Mi foi a modelo perfeita - obrigada por te emprestares a esta miúda misteriosa! Entretanto, sugiro também que espreitem esta fotografia que me apareceu nas pesquisas - um resultado lindíssimo de um jogo de recriação semelhante.
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A questão, para mim, está no "porquê" destas imagens - e até que ponto esta questão importa realmente.
Há uns dias discutíamos num ensaio alguns fotógrafos mestres na arte do auto-retrato - ao ponto de alguns deles trabalharem exclusivamente com este tipo de fotografia. E alguém soltou, em tom de brincadeira, um "esta é um bocadinho narcisista!". Mas esta brincadeira deixou-me a pensar: porque é que fazemos estas fotografias? E, numa onda mais relaxada, porque é que tiramos selfies? E no que é que são diferentes?
Selfies vs Auto-retrato?
Tod@s conhecemos alguém que vive para tirar selfies e que as publica todos os dias nas redes sociais. E tod@s conhecemos alguém que nunca as tira e até abdica de bom grado entrar nas de grupo. Na prática, considero que são uma forma quase fast-food de auto-retrato, uma expressão de quem somos e de como nos sentimos num dado momento, no imediato. E isto diz muito sobre a nossa auto-estima: para o bem e para o mal. Há já psicólogos que afirmam que as selfies são responsáveis pelo agravamento de dismorfias corporais e estados obcessivo-compulsivos relacionados com a imagem, que muitas vezes levam a que julguemos real o que vemos nos ecrãs - nunca se esqueçam que as lentes das câmaras causam distorção da imagem! Mas não entremos em detalhes sobre redes sociais porque isso daria toda uma nova discussão. A minha questão é: qual a diferença entre uma selfie e um auto-retrato?
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Sabem aquelas pessoas irritantes que têm sempre alguma coisa para fazer e, se não têm, encontram uma forma de passar a ter? Prazer, eu sou a Joana e sofro desse mal.
Um dia bom para mim é um dia em que fiz imensa coisa, mas sem grande correria para fazer tudo. No entanto, por vezes o "querer fazer tudo" causa uma de duas situações - normalmente, as duas: chegar sempre atrasada e andar num stress desmedido porque já é tarde e já devia ter saído/começado/acabado/etc.. No entanto, não sei viver de outra forma. E nisto lembrei-me deste post dos Palavra-Padrão lá no Instagram.
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| Trousers - Bershka | Parka - Zara | Sweater - Mango | Shoes - Lefties Fotografia - José Santos |
Um dia bom para mim é um dia em que fiz imensa coisa, mas sem grande correria para fazer tudo. No entanto, por vezes o "querer fazer tudo" causa uma de duas situações - normalmente, as duas: chegar sempre atrasada e andar num stress desmedido porque já é tarde e já devia ter saído/começado/acabado/etc.. No entanto, não sei viver de outra forma. E nisto lembrei-me deste post dos Palavra-Padrão lá no Instagram.
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