Fases. Acho que tod@s já passamos pelo "porque é que faço isto?" - sendo "isto" escrever, fotografar, representar, ou qualquer outra coisa que requer a nossa criatividade e tempo livre -. Tenho feito esta pergunta a mim mesma muitas vezes, e é fácil perceber que este estaminé tem andado mais parado do que é habitual. Encontro de imediato uma resposta na alegria que tenho ao capturar uma imagem de um momento genuíno, ao discutir algum assunto convosco lá em baixo nos comentários, ao sentir a alegria de pisar o palco e brincar ao faz de conta. Mas nem sempre é fácil motivar-me quando tudo parece abrandar e arrefecer - o esforço para recuperar o ritmo tem que ser posto em prática, e nem sempre temos o mindset correcto para dar o próximo passo. Nem sempre a nossa percepção do que fazemos está alinhada com a percepção dos outros e isso deixa-me a perguntar "para quê?" e "será que eu sei o que estou a fazer?"...
Não tenho dicas ou soluções milagrosas. Às vezes o melhor é mesmo reconhecer este estado de espírito e bom, analisar prioridades. Se preciso de tempo para a actividade x e isso implica aliviar a actividade y, assim seja. Se tenho a cabeça noutro sítio e não consigo focar-me a 100%, posso tentar trabalhar com os 75% que ela me dá e ver o que sai daí - se for bom, provavelmente consigo motivar-me; se não, guardo para outra altura. Já falei sobre como alimentar a criatividade neste post e talvez esteja na altura de lhe dar também um pouco de atenção. O que sei é que não posso - nem quero - largar o osso. As nossas paixões são o que alimenta os nossos momentos felizes, desde que venham com equilíbrio à mistura, e deixar isso desvanecer seria negar uma parte de nós.
Não tenho dicas ou soluções milagrosas. Às vezes o melhor é mesmo reconhecer este estado de espírito e bom, analisar prioridades. Se preciso de tempo para a actividade x e isso implica aliviar a actividade y, assim seja. Se tenho a cabeça noutro sítio e não consigo focar-me a 100%, posso tentar trabalhar com os 75% que ela me dá e ver o que sai daí - se for bom, provavelmente consigo motivar-me; se não, guardo para outra altura. Já falei sobre como alimentar a criatividade neste post e talvez esteja na altura de lhe dar também um pouco de atenção. O que sei é que não posso - nem quero - largar o osso. As nossas paixões são o que alimenta os nossos momentos felizes, desde que venham com equilíbrio à mistura, e deixar isso desvanecer seria negar uma parte de nós.










