Outfit + Photo | Auto-retratando: breves dicas

Há uns dias - nesses em que o tempo estava tão farrusco que nem apetecia sair de casa - resolvi entreter-me com uns auto-retratos rápidos. Já não o fazia há uns tempos (na verdade não me recordo quando foi a última vez que o fiz!) e, apesar de ter sido coisa rápida, reavivou em mim o bichinho que cá existia há uns anos. E, por isso, resolvi trazer-vos hoje algumas dicas para poderem fotografar sozinh@s, em casa.

Sweater - Thrifted | Jeans - c/o Rosegal | Shoes - Converse | Necklace - Parfois


1. Tripé: o vosso melhor amigo. Isso, ou uma pilha de livros, uma cadeira, o que a imaginação pedir. O tripé é mais versátil por vos permitir variar os ângulos, altura e perspectivas da câmara sem grandes restrições, mas é claro que outra superfície servirá, com alguma imaginação e acessórios à mistura. O importante é conseguirem colocar a vossa objectiva como querem, no ângulo que querem.

2. Luz: uma das vantagens de fotografar dentro de portas é que a luz não varia tão rapidamente como se estivessem ao ar livre com nuvens a passar, por exemplo. Portanto, aproveitem para brincar com luzes e sombras, pensem da direcção em que a luz vem e ajustem a sua intensidade. Por exemplo, neste caso, eu quis aproveitar bem as sombras para uns contrastes fortes, pelo que optei por usar ângulos em que a luz da janela viesse lateralmente.




3. Poses: outra vantagem é o facto de estarem "sem vigilância". Sem medos, brinquem com as poses, sejam mais arrojad@s - afinal de contas, ninguém está a ver! E se as fotos ficarem uma vergonha, basta apagá-las (ou escondê-las numa pasta nos arrumos do vosso PC).

Fórum de Ideias | A Cultura de Engate: Liberdade vs Loucura

Já foi em Fevereiro que vi um documentário que me deixou em estado de choque - e tenho mantido este post aqui nos rascunhos por ter medo que alguém me diga que não é só um fenómeno nos Estados Unidos. Liberados: A Nova Revolução Sexual, da Netflix, que vi nos Instastories da Dana Suchow, chamou-me a atenção e quis conhecer melhor a realidade que mostra.

Este documentário retrata os comportamentos dos adolescentes que vão na sua viagem de finalistas, num ambiente equivalente ao dos nossos finalistas de 12º ano em Lloret del Mar. A diferença? O nível de irresponsabilidade, parece-me. Não sou, de todo, apologista deste tipo de viagens: hormonas, álcool, e o sangue na guelra próprio destas idades são o cocktail explosivo perfeito. Em todo o caso, entendo perfeitamente que se queira uma semana de loucura memorável - faz parte da idade, não o negoO que não entendo é o nível de irresponsabilidade e de falta de respeito pelo próprio e pelo outro a que se chega, com consequências desastrosas.


Os próximos parágrafos que vão ler foram escritos mal acabei de ver o documentário - tudo fresco, portanto.

No centro de tudo: o sexo, a imagem social, a pressão de pares, a necessidade de ser validado.

EDIT: este post não é, de maneira nenhuma, uma defesa que não podemos fazer x ou y, ou de que não podemos ser/agir de forma mais sensual, ou que não podemos publicar uma foto mais sexy se assim o desejarmos. Eu também o faço quando quero, e isso faz parte da minha identidade. Apenas pretendo levantar uma reflexão sobre a valorização que damos a estas questões, e o impacto que a pressão social nos impõe na hora de nos definirmos como indivíduo. Seguindo:

Moda & Companhia | T-shirt Time!

Admito. Falhei redondamente na última wishlist. Cheia de confiança que o bom tempo tinha chegado, já vinha com vestidos e sandálias e tudo mais e...olhem, estou triste. Mas não largo o osso! O Verão pode ainda não ter chegado mas eu recuso-me a pensar em roupas quentes e já só quero é t-shirts e tops e tudo e tudo e tudo (e dizem que hoje o tempo melhora, por isso estou confiante). E um casaquinho para pôr por cima, já agora. Unf. Anyway, andei a espreitar a Zaful e as novidades que por lá tinha e devo confessar: difícil é escolher só uma!

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Quando acabei a minha "selecção" apercebi-me que estou com uma fixação qualquer com o branco - deve ser por causa deste tempo deprimente, já só quero luz e leveza! Isso e umas mensagens giras, divertidas e que arranquem uns sorrisos do rosto. Incluí também a bela da t-shirt básica branca porque, bom, é daquelas coisas que nunca falha: em caso de dúvida, calças de ganga, t-shirt branca, e está a base de qualquer conjunto feita! Perfeito para os dias animados do Verão em que os planos mudam a meio do dia. E que nunca mais chegam. Raios.

Qual é que vocês escolhiam? :)

Post em parceria com a marca. Todas as opiniões são pessoais e verdadeiras, não sendo da minha responsabilidade qualquer acção comercial da marca.

Outfit | Carnival

Faça chuva ou faça sol, faça frio ou calor, haja crise ou fartura, há coisas que nunca mudam. Tradições que ficam e que alimentamos com gosto. Não sei se é uma coisa dos portugueses ou se é do ser humano em geral, mas estas bolhas de conforto em que depositamos alguma da alegria dos nossos dias sabem tão bem e são tão nossas!

Shoes - Lefties | Jeans - Stradivarius | T-shirt & Jacket - Bershka | Bag - Pimkie (Thrifted)
Fotografia de José Santos


Uma das que guardo com gosto é a de ir ao Senhor de Matosinhos todos os anos. E se, quando era miúda, vivia numa excitação sem comparação porque vivia para aqueles carrosséis e aquelas farturas, agora a excitação, mais discreta mas igualmente pungente, ataca-me pelas ruas cheias de gente, as cores e as gargalhadas, a animação e a quebra da rotina, as loucinhas e coisas giras ao preço da chuva e...as farturas!

Foodie | Já voltei à Rota de Tapas!

Estou a considerar seriamente criar uma categoria neste estaminé só para este evento: a viciada na Rota de Tapas Estrella Damm ataca de novo - e como não pude ir logo no primeiro fim-de-semana, já compensei e fui duas vezes em três dias!...alguém me ajude. Bem, passando ao que realmente importa: o que é que temos nesta edição? Sete cidades ceias de sugestões para petiscos deliciosos: Lisboa, Porto, Braga, Faro, Aveiro, Évora e Viseu (kudos por estenderem a iniciativa para além dos locais do costume!). O funcionamento é o mesmo: uma cerveja e uma tapa por 3,00€. Podem tapear até ao próximo dia 10 de Junho, por isso toca a aproveitar já o fim-de-semana!


E agora, as minhas escolhas e as minhas favoritas - para mudar um pouco o esquema habitual, vou colocar as tapas por ordem da que mais à que menos gostei...dentro do possível!





Será difícil definir bem a coisa entre as três ou quatro primeiras (porque adorei todas!) mas acho que o Bao's leva a taça! O Pepper Pork Bun, um pão recheado com uma almôndega de carne de porco picada envolta em 3 tipos de pimenta e cebolete, conquistou-me. Apesar de um pouco seca demais, o tempero da carne é óptimo (ainda mais para uma viciada em pimenta como eu!), acompanha perfeitamente a cerveja e, diga-se, é uma tapa bem servida.




Photo | A Beautiful Week | Maio

O A Beautiful Week está de volta! O nosso desafio mensal com base no curso Capture Real Life in 52 Weeks do blog A Beautiful Mess regressa este mês com desafios muito interessantes que, devo confessar, não segui à risca. Explico-vos porquê quando lá chegarmos, mas tudo tem origem no facto de ter lido o briefing muito antes de começar a fotografar. Lesson learnt!

Week Seventeen - A Day in the Life

O desafio era simples: fotografarmos um dia completo, idealmente de hora em hora (o que não cumpri). Escolhi um dia que saiu da rotina (embora não fosse essa a ideia) porque sabia que iria ter vistas maravilhosas para vos mostrar. Não me enganei. Fiquem com o meu dia de visita de trabalho a Arganil, com direito a um galo no meio da rua quando cheguei a casa e cones de arroz para o casamento de uma das minhas melhores amigas ao fim do dia!





Enjoy | Movie 36 | Lemonade, The Wall, and other musical stuff

Maio trouxe-nos um mês cheio de música - olá Eurovisão! - e por isso eu resolvi trazer também a música até ao Movie 36 deste mês. Não foi muito fácil escolher porque queria centrar-me em filmes feitos a partir de álbuns e, para dizer a verdade, não encontrei muitos, mas aqui fica o que consegui ver dentro deste tema:


A criatividade muitas vezes vem juntamente com as desilusões, os traumas, as loucuras da vida. Soa a cliché, mas não é à toa que a arte que mais nos toca muitas vezes vem de lugares escuros e sombrios da mente, em que temos medo de tocar por não saber até onde podemos ir sem dar em loucos. E isto é o retrato perfeito de tudo o que vi este mês para o Movie 36: muito sexo, drogas e rock and roll, com o final mais infeliz, e grandes perturbações por trás; um percalço sério que deu origem a uma obra poderosíssima sobre as relações e a força; um trauma e uma história perturbadora que deram origem a uma obra icónica. O ser humano precisa de um escape para sobreviver - e, se às vezes esse escape é fatídico, por vezes também dá origem a obras marcantes.

O documentário 27: Gone Too Soon leva-nos por uma viagem no tempo guiada pelas mortes das estrelas que fazem parte do "27 Club": Brian Jones, Jimi Hendrix, Janis Joplin, Jim Morrison, Kurt Cobain e Amy Winehouse. Muita cocaína, muito descontrolo, muitas questões psicológicas por resolver. O que se revela a olhos vistos na hora em que nos falam deste assunto é claro: a fama é, de facto, perigosa, e é muito fácil cair no desespero quando não sabemos o que fazer com a voz que temos. O ser humano é tão mais frágil quanto mais se parece com uma estrela. Um documentário interessante para quem gosta de saber mais sobre a vida dos nossos ídolos.


Lemonade foi a primeira opção que me veio à cabeça, confesso. Vi-o no dia em que foi publicado e desde então que digo a qualquer alma - quer goste da música  e do estilo da Beyoncé ou não - que vale a pena ser visto. Tem uma história, tem uma visão realista sobre a traição, tem feminismo, tem culpa, tem superação, tem história do povo afro-americano, tem uma fotografia brutal (more on that daqui a uns tempos!) e, digo eu, tem boa música. Sou do tipo de pessoa que ouve de tudo e calha de gostar da força que a Beyoncé coloca até nos seus sons mais pop - nem vou comentar a voz dela porque julgo que deve ser relativamente consensual que a mulher é uma diva de voz única. Não?


Beauty | Por uma pele hidratada no Verão

Não vou mentir e dizer que sou preguiçosa no que toca a hidratar o corpo. É algo que gosto de incluir na minha rotina e por isso não é difícil fazer-me experimentar novos produtos. Mas - há sempre um mas! - acho que ninguém gosta de se sentir pegajos@ durante aqueles dias de Verão quentes e que nos fazem suar as estopinhas parad@s à sombra! Por isso reuni alguns dos produtos que me têm ajudado a manter a pele bonita e hidratada sem essa sensação desconfortável.

Jowaé - Leite Hidratante Revitalisante (c/o pela marca) | The Body Shop - White Musk Body Cream
Nuxe - Huile Prodigieuse (c/o pela marca) | O Boticário - Loção Hidratante Caramelito (c/o pela marca)
Começando por um preferido (que entretanto acabou mas que será comprado assim que terminar o que estou a usar agora! O Leite Hidratante Revitalisante da Jowaé foi provavelmente a melhor descoberta neste campo em 2017: tem uma textura super leve e de rápida absorção, boa eficácia para os dias em que apenas precisamos de uma leve hidratação, uma fragrância muito suave e fresca, e algo que descobri que adoro: um pump. A verdade é que aproveitei a embalagem e estou a recarregá-la com o que estou a usar agora - que vos revelo já a seguir - porque é muito, muito prático.

E qual estou a usar agora? A Loção Hidratante Caramelito d'O Boticário! Eu, que nem costumo gostar de caramelo, adoro a sua fragrância suave e quente, mas nada enjoativa, e revelou-se também de rápida absorção e dá uma leve hidratação e um aspecto suave à pele. Há também um body spray da mesma linha mas confesso que isso já é um pouco extra demais para mim.

Numa onda mais luxe, para os dias em que quero um glow bonito e leve, temos o Huile Prodigieuse da Nuxe. Um clássico, preferido de muitas, com a fragrância característica da marca, e que dá hidratação, um brilho suave à pele e, atenção, com textura seca! - não dá aquela sensação pesada estilo Johnson's Baby (que até me sabe bem mas só no Inverno!).

O Bao aprova esta mensagem.

Outfit | Pink Spring

O cor de rosa este ano está a ganhar espaço no meu coração - ou melhor, estes tons suaves de rosa, em específico. Será que ando mais girly do que é o meu normal? Será uma fase, tal como quando andava sempre de vermelho ou preto? Talvez seja mais isso.

Dress - c/o Zaful | Coat - Vintage | Sneakers - Lefties | Scarf - Parfois
Fotografia de Catarina Coelho (A Girl in Mint Green)


Sou de luas. Sou de fases de rosa e cores claras, sorriso no rosto e Lord Huron e vidros abertos no carro. Sou de fases de preto e rock 'n roll aos berros. Sou de fases de vermelho na roupa e nos lábios e um sorriso snarky a ouvir Beyoncé. Talvez seja até meia maluca, mas já o disse e não me canso de acreditar nisso: o que vestimos, as cores que usamos, têm o poder de mudar o nosso estado de espírito.

Foodie | MUDA

Em Abril tive o prazer de estar presente num jantar especial: o Muda, na zona das Galerias, cá no Porto, recebeu-nos num Zomato Foodie Meetup de mesa cheia de curiosos com muita vontade de experimentar o que de melhor tinham para nos mostrar.

O Muda funciona como restaurante no piso superior e como bar no piso inferior - quem conhece as Galerias no Porto sabe bem o estilo: moderno, acolhedor, com uma iluminação perfeita para um jantar calmo, demorado, para um café, um copo e, mais lá para o fim da noite, um pé de dança.






Depois de uma breve explicação do conceito do Muda e de como ele tem mudado - ah! - ao longo do tempo, abrimos as hostes com um couvert com vários tipos de pão confeccionados no restaurante, quentinhos e saborosos, manteigas aromatizadas, azeite e azeitonas. Chegava depois a altura das entradas: ceviche de peixes e bife tártaro, gema, rúcula e tosta de pampernickel como entradas frias - sendo o tártaro, sem dúvida o meu favorito e será o motivo pelo qual terei que voltar! - e ovos rotos com cogumelos e espargos e salmão curado em vodka e beterraba, migada de edamame e shitake grelhado como entradas quentes. Todas recheadas de sabores cuidados e escolhidos a dedo, com uma apresentação irrepreensível.

Moda & Companhia | Summer is callin'!

Abençoado seja o bom tempo, que veio quebrar a onda desesperante dos dias frios e chuvosos e tirar-me dos meus blues de inverno-sem-fim. Os poucos dias de chuva pelo meio já não me assustam, porque finalmente sei que os dias bons chegaram para ficar: os dias de sair do trabalho e aproveitar para dar uma corrida (viram os meus stories? Estou a conseguir manter a coisa!), os dias de comer na minha rica mesinha da varanda (a alegria da criança por ir ao IKEA comprar uma mesa e duas cadeiras!), os dias de aproveitar os tempos livres para passear e tirar proveito do mundo!

E o bom tempo pede coisas giras, pede frescura, e se a semana passada fugi para os brincos que planeio ganhar coragem para usar, hoje falo-vos daquilo que sei que não vai sair de rotação: roupa gira, leve, e de cores vivas! Dou por mim com uma necessidade absurda de rosas, amarelos, azuis vivos, verdes, vermelhos, branco, e tudo mais que me quiserem atirar. Talvez como reacção aos longos dias cinzentos - muito provável, eu diria.

Então, siga espreitar o que há por aí - deixo-vos sugestões da Rosegal de algumas peças semelhantes a algumas que tenho e que vão rodar como loucas nesta Primavera e Verão. As palavras código são "cores bonitas".

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Inspirei-vos para o fim-de-semana? Toca a aproveitar!

Post patrocinado. Todas as opiniões são pessoais e verdadeiras, não sendo da minha responsabilidade qualquer acção comercial da marca.

Enjoy + Fórum de Ideias | Movie 36 | Da força [das mulheres]

O mês de Abril foi recheado de murros no estômago no que diz respeito ao que vi para o nosso Movie 36. Desde histórias que me puseram a pensar sobre outras realidades bem mais difíceis do que a minha, a documentários que me deixaram de boca aberta e com visões completamente opostas sobre o futuro: medo e esperança.


A verdade é que tudo o que vos trago este mês nos fala de Força. Dos seus resultados, da sua persistência, ou até da falta dela. Da força para passar por cima das adversidades, de lidar com o que de mau acontece, ou de nos deixar ir abaixo. Da força para resistir à tentação de seguir com o status quo ou de o quebrar e defender o que nos parece correcto e nos chama. Da força de perceber que somos humanos, e não máquinas, e de procurar o sentido de tudo isto.

Poderia apresentar-vos aqui as minhas certezas: que nunca deixaria a minha Mãe sozinha se a visse perder-se de si mesma; que nunca tomaria estimulantes para ganhar poderes sobre-humanos e produzir como uma máquina; que nunca pensaria que uma mulher não pode ser astronauta. Mas a verdade é que também tenho os meus momentos de egoísmo; também já fiz asneiras só porque "sabe bem", mesmo sabendo que prejudicava a minha saúde; também escolhi uma área que seria a minha segunda opção porque na que mais me atraía "nunca me vão dar trabalho naquilo que eu realmente quero". É fácil escrever-vos mil certezas sentada no escritório, sem a realidade a bater-me à porta. Mas quando temos que realmente decidir, é inegável que a sociedade em que estamos inseridos, o nosso ambiente familiar, os nossos exemplos, vão, sem dúvida alguma, influenciar-nos. E, por isso, a única certeza que sei que não está errada é a de que devemos sempre pôr a mão na consciência e pensar nas consequências de cada um dos passos que tomamos. E ter a Força para decidir pelo que realmente faz sentido.

Um Quente Agosto conta-nos a história de uma família completamente disfuncional, que funciona à sua maneira. É um filme intenso, verdadeiro, cru, que nos mostra o lado negro do amor: a manipulação, o sentimento de posse e de perda, a incompreensão e a sensação de injustiça. Conta com um elenco de luxo que faz jus à história que é contada: Meryl Streep, Julia Roberts, Chris Cooper, Ewan McGregor, entre outros.


Photo + Personal | O meu primeiro Casamento e os passos seguintes

Há um ano atrás fiz o meu primeiro trabalho como fotógrafa, graças à Joana e ao Mário que colocaram uma parte das memórias de um dos dias mais mais importantes das suas vidas nas minhas mãos com uma confiança que eu, confesso, não conseguia ter quando via o dia aproximar-se, mas que lhes agradeço de cada vez que penso nisto. Há um ano atrás eu estava uma pilha de nervos, que não pararam de crescer a partir do momento em que aceitei o convite de um amigo que iria fazer o vídeo do casamento deles. A única certeza: daria o melhor que podia! E, como sou feita de dúvidas, deixei duas perguntas para vocês no fim do post - dão-me uma ajuda? :)





Sei que era muito mais profissional e "parecia bem" dizer que sabia que estava preparada, que sabia que nada ia falhar, que faria tudo exactamente igual se fosse hoje. Mas isso seria assumir que há um ano sabia tudo o que precisava, ou que hoje sei tudo. Pois bem, não poderia estar mais longe da verdade e, à laia de honestidade, devo dizer que até hoje o síndrome de impostor me assola, sem saber muito bem como é que dei conta do recado. Mas a verdade é que até dei e posso até dizer que estou contente com o que daqui saiu.







Moda & Companhia | Brincando com Brincos

Este ano está complicado - já viram a quantidade de brincos ridiculamente bonitos (e ridículos só, também) que anda por aí? Ele é tassels, ele é figuras, ele é frutas, ele é cruzes, grandes, pequenos, discretos, com cores, é tudo e mais alguma coisa. E sim, eu ando tentada a render-me a uns quantos destes, mas com cuidado: isto de ter cabelo curto dá-lhes mil vezes mais destaque, o que implica mil vezes mais cuidado.

Por isso, para além das belezas que tenho visto nas lojas, andei também a espreitar pela Zaful para recolher algumas ideias para renovar os meus acessórios. Esta é uma forma fácil e acessível de dar um up nos conjuntos sem ter que comprar todo um novo roupeiro, portanto toca a ver o que anda por aí e trazer alguma animação ao armário de Verão (que bem precisa, já que esta Primavera continua uma vergonha)!

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Os meus favoritos são, simultaneamente, os que mais medo tenho de usar e, consequentemente, os que menos uso: brincos grandes, vistosos, coloridos. Mas com uma boa combinação de cores tudo se faz - tal como fiz neste e neste posts, é possível usar brincos grandes sem ser "demasiado" (e ponho as aspas porque isto é mesmo panca pessoal, acho espectacular quando vejo alguém a rockar uns brincos que fazem a festa toda!).

Photo | A Beautiful Week | Abril

Este mês vem com atraso, mas não falha! Abril foi um mês ocupado, mas foi muito cheio de emoções e desafios que, confesso, me fizeram deixar a fotografia um pouco para trás. Mas começo Maio com a promessa de que vou correr atrás do prejuízo e aproveitar para vos mostrar muito da minha última viagem que me deixou um pouco mais ausente! Assim, sem mais demoras, cá fica o nosso desafio mensal com base no curso Capture Real Life in 52 Weeks do blog A Beautiful Mess.

Week Thirteen - Handwritting


Confesso: detesto - vá, não gosto - da minha letra. É mais messy do que eu gostaria que fosse. Por isso, e porque gosto de aprender a fazer coisas bonitas, tenho um caderno em que escrevo e desenho algumas frases que vejo e que vou gostando, enquanto treino outros tipos de letra. Se está perfeito? Claro que não! Mas vou-me entretendo!


Week Fourteen - Barriers




Obstáculos. Desafios. Barreiras. A vida lança-nos todo o tipo de armadilhas, tantas e tão variadas que por vezes não percebemos se é suposto ou se há alguém lá em cima a gozar connosco. Mas o que é certo é que tudo se vai fazendo - e não há melhor prova da resiliência humana do que isso mesmo.