Há coisas que mexem comigo. E os padrões de beleza que a sociedade nos impõe [e que impomos a nós mesm@s] são uma dessas coisas. Possivelmente já se terão apercebido disso neste post sobre "o vestido que eu achei que mostrava a barriga", mas esta é mesmo uma questão que me faz alguma "comichão" e, confesso, que não me é indiferente de todo, porque eu própria tenho consciência do que imponho a mim mesma e, por arrasto, aos outros.
Em breve conto-vos a razão desta minha batalha interior, mas por hoje venho falar-vos de uma coisa que me irrita solenemente: avaliar a sensualidade de uma mulher pelo tamanho das mamas [Não me batam, mama é mesmo o nome da coisa, deixemo-nos de eufemismos].
Fiquei novamente a pensar nisto graças a este post da Nádia do Perdida em Combate. Eu tenho as mamas pequenas. Durante anos, isto foi um enorme problema para mim. Sentia-me diferente - menor, passando o pleonasmo - sentia que nunca ninguém me acharia bonita ou atraente, e que o meu valor estava diminuído por isso. Em adolescente, era gozada (sais ao teu pai!) e aceitava-o, até eu me criticava todos os dias por isto. Go figure. Mas lá está, um dia conto-vos melhor esta história.
Em breve conto-vos a razão desta minha batalha interior, mas por hoje venho falar-vos de uma coisa que me irrita solenemente: avaliar a sensualidade de uma mulher pelo tamanho das mamas [Não me batam, mama é mesmo o nome da coisa, deixemo-nos de eufemismos].
Fiquei novamente a pensar nisto graças a este post da Nádia do Perdida em Combate. Eu tenho as mamas pequenas. Durante anos, isto foi um enorme problema para mim. Sentia-me diferente - menor, passando o pleonasmo - sentia que nunca ninguém me acharia bonita ou atraente, e que o meu valor estava diminuído por isso. Em adolescente, era gozada (sais ao teu pai!) e aceitava-o, até eu me criticava todos os dias por isto. Go figure. Mas lá está, um dia conto-vos melhor esta história.
