Há dias em que não há nada que nos saia. Nada que pareça fazer sentido quando encostamos a caneta no papel, ou os dedos no teclado, ou a mão na câmera fotográfica. Mas nem todos esses dias são um beco sem saída!
A
inspiração, ou o que lhe queiram chamar, não me parece que seja obra do acaso divino. Só teremos algo para partilhar com o Mundo caso nos deixemos alimentar pelo que ele nos mostra, ou pelo que ele nos faz sentir.
(Por isso é que acredito que muito poucas são as ideias verdadeiramente originais ou vocábulos semelhantes, mas isso é tema para outro post) Assim sendo, deixo-vos hoje com algumas das estratégias para que uso para alimentar a criatividade:
1. Não fazer absolutamente nada quanto a isso.
Sim, eu sei, parece não fazer sentido. Mas tod@s sabemos que às vezes insistir só nos traz frustração e, consequentemente, mais bloqueios. Este não está em primeiro lugar por acaso: importa aceitar que temos dias
não, principalmente quando isso diz respeito a
hobbies ou a trabalhos criativos. E bem, há sempre trabalho para fazer nestes dias! Sejam tarefas que não estão de todo relacionadas com o que queremos criar, ou arrumar materiais, ou limpar arquivos, ou responder a e-mails e comentários. Ou ouvir música e ler um bocado, ou ir tomar um café, claro. Amanhã também é dia - desde que não haja um
deadline envolvido, claro!
2. Ler.
Um bom livro, crónicas sobre o tema sobre o qual querem criar,
blogs, revistas ou outro tipo de conteúdo. Vale tudo, desde que alimente o vosso cérebro. Quando estou à procura de ideias ou de "vontade" para escrever ou fotografar, por norma foco-me em leituras mais curtas: artigos
online,
posts, tutoriais, ou mesmo algo que saia completamente fora da minha caixa. Depois, deixo as ideias marinar, sem pegar nelas logo a seguir para não me deixar prender pelas referências que adquiri.